Sobre o Plano Central
Um veículo editorial feito em Brasília, para quem quer entender a capital federal com profundidade e clareza.
Nossa missão
O Plano Central surgiu da percepção de que Brasília merecia um espaço editorial próprio — não como apêndice das redações do eixo Rio-São Paulo, mas como protagonista. Cobrimos política federal a partir da Esplanada, urbanismo a partir das superquadras e cultura a partir dos palcos e galerias que pouco aparecem na mídia nacional.
Somos independentes. Não temos vínculo com partidos, empresas ou órgãos públicos. Nossa receita vem de apoio institucional e leitores que valorizam jornalismo local de qualidade. Isso nos permite dizer o que verificamos, mesmo quando a notícia incomoda.
Como trabalhamos
Cada reportagem passa por apuração, redação e revisão editorial. Consultamos fontes primárias — atas de comissão, documentos públicos, entrevistas presenciais — antes de publicar. Evitamos o sensacionalismo e o "plantão de WhatsApp" que alimenta muitos portais.
Nossa equipe é pequena, mas experiente. Clara Mendes cobre o Congresso Nacional há mais de uma década. André Ribeiro é arquiteto e urbanista, com passagem por órgãos de planejamento do Distrito Federal. Juntos, e com colaboradores pontuais, montamos um panorama semanal da capital.
O que não somos
Não somos assessoria de imprensa, portal de fofoca política nem agregador automático de notícias. Não publicamos conteúdo patrocinado sem identificação clara. Não vendemos espaço editorial.
Publicamos com frequência semanal, com pico de atividade durante o período legislativo. Fora das sessões do Congresso, ampliamos a cobertura de urbanismo, cultura e perfis de moradores que constroem a capital no dia a dia.
Brasília é, ao mesmo tempo, palco do poder federal e cidade de quem pega ônibus na W3, planta horta em quadra residencial e acompanha obras que demoram anos para sair do papel. O Plano Central tenta manter essas duas escalas no mesmo texto: o que decide o orçamento na Esplanada e o que muda — ou não muda — no bairro onde o leitor mora. Essa dupla perspectiva orienta nossas reportagens de política, planejamento urbano e cultura local.
Quando cobrimos votações e comissões, indicamos impactos possíveis para o Distrito Federal e para servidores que formam grande parte da economia da capital. Quando cobrimos urbanismo, olhamos documentos do governo local, mas também ouvimos moradores, comerciantes e arquitetos que usam a cidade todos os dias. O objetivo é clareza, não barulho: menos manchete vazia, mais contexto verificável.
Se você tem uma pauta, uma correção ou uma sugestão, escreva para [email protected]. Levemos a correspondência dos leitores a sério.
Ao longo dos meses, ampliamos o arquivo de referências sobre decisões urbanísticas e votações legislativas que impactam diretamente moradores do Distrito Federal. Esse trabalho não pretende ser exaustivo: é um registro em construção, aberto a correções de quem acompanha a capital de perto.